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Salsep® 360

Salsep® 360 foi desenvolvido especialmente para a limpeza nasal suave, ao longo do dia, em recém-nascidos e crianças até 4 anos 7 5. SALSEP 360®. São Paulo: Libbs Farmacêutica Ltda. Embalagem do medicamento. 6. SALSEP®. São Paulo: Libbs Farmacêutica Ltda. Embalagem do medicamento. 7. MAXIDRATE®. São Paulo: Libbs Farmacêutica Ltda. Embalagem do Medicamento.

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Salsep®

O spray de Salsep® tem um jato indicado para a limpeza nasal suave, ao longo do dia, em crianças e adultos 8 5. SALSEP 360®. São Paulo: Libbs Farmacêutica Ltda. Embalagem do medicamento. 6. SALSEP®. São Paulo: Libbs Farmacêutica Ltda. Embalagem do medicamento. 7. MAXIDRATE®. São Paulo: Libbs Farmacêutica Ltda. Embalagem do Medicamento.

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Maxidrate®

A hidratação nasal diária com Maxidrate® ajuda a manter o bom funcionamento do nariz. A formulação na forma de gel hidrata e permanece mais tempo na mucosa nasal ressecada e irritada 9 5. SALSEP 360®. São Paulo: Libbs Farmacêutica Ltda. Embalagem do medicamento. 6. SALSEP®. São Paulo: Libbs Farmacêutica Ltda. Embalagem do medicamento. 7. MAXIDRATE®. São Paulo: Libbs Farmacêutica Ltda. Embalagem do Medicamento.

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O Ciclo da Saúde Nasal

Assim como tomar banho e escovar os dentes, todo dia é dia de cuidar do nariz. A limpeza e a hidratação diária do nariz ajudam a prevenir doenças respiratórias, como gripes, resfriados e rinites 10,14 8. SLAPAK, I. et al. Efficacy of isotonic nasal wash (seawater) in the treatment and prevention of rhinitis in children. Arch. Otolaryngol. Head Neck Surg., v. 134, n. 1, p. 67-74, 2008. 9. TANO, L.; TANO, K. A daily nasal spray with saline prevents symptoms of rhinitis. Acta Otolaryngol., v.124, n.9, p.1059-62, 2004. 10. MELLO JUNIOR, J.F. et al. Posicionamento da Academia Brasileira de Rinologia sobre terapias tópicas nasais. Braz. J. Otorhinolaryngol., v. 79, n. 3, p.391-400, 2013. 11. MION, O.; MELLO JUNIOR, J.F. O uso das soluções salinas no nariz e seios paranasais. RBM-ORL, v.2, n.3, p.77-83, 2007. 12. AZZAM, J.S. Hidratação nasal: solução salina ou gel? RBM-ORL, v.3, n.3, p.92-96, 2008. 

Limpeza Profunda

A limpeza nasal profunda remove as impurezas, como vírus e bactérias, e previne as doenças respiratórias.. Ela pode ser feita com jato contínuo de solução salina, cloreto de sódio 0,9%, que promovem maior volume para lavagem nasal. 4,12 8. SLAPAK, I. et al. Efficacy of isotonic nasal wash (seawater) in the treatment and prevention of rhinitis in children. Arch. Otolaryngol. Head Neck Surg., v. 134, n. 1, p. 67-74, 2008. 9. TANO, L.; TANO, K. A daily nasal spray with saline prevents symptoms of rhinitis. Acta Otolaryngol., v.124, n.9, p.1059-62, 2004. 10. MELLO JUNIOR, J.F. et al. Posicionamento da Academia Brasileira de Rinologia sobre terapias tópicas nasais. Braz. J. Otorhinolaryngol., v. 79, n. 3, p.391-400, 2013. 11. MION, O.; MELLO JUNIOR, J.F. O uso das soluções salinas no nariz e seios paranasais. RBM-ORL, v.2, n.3, p.77-83, 2007. 12. AZZAM, J.S. Hidratação nasal: solução salina ou gel? RBM-ORL, v.3, n.3, p.92-96, 2008. 

Limpeza Suave

A limpeza nasal suave diária fluidifica as secreções, facilita o bom funcionamento do nariz e ajuda a prevenir as doenças respiratórias. Ela pode ser feita com sprays de solução salina, cloreto de sódio 0,9%, que promovem menor volume para higienização nasal. 4,10,13 8. SLAPAK, I. et al. Efficacy of isotonic nasal wash (seawater) in the treatment and prevention of rhinitis in children. Arch. Otolaryngol. Head Neck Surg., v. 134, n. 1, p. 67-74, 2008. 9. TANO, L.; TANO, K. A daily nasal spray with saline prevents symptoms of rhinitis. Acta Otolaryngol., v.124, n.9, p.1059-62, 2004. 10. MELLO JUNIOR, J.F. et al. Posicionamento da Academia Brasileira de Rinologia sobre terapias tópicas nasais. Braz. J. Otorhinolaryngol., v. 79, n. 3, p.391-400, 2013. 11. MION, O.; MELLO JUNIOR, J.F. O uso das soluções salinas no nariz e seios paranasais. RBM-ORL, v.2, n.3, p.77-83, 2007. 12. AZZAM, J.S. Hidratação nasal: solução salina ou gel? RBM-ORL, v.3, n.3, p.92-96, 2008. 

Hidratação

A hidratação nasal diária com solução salina em gel umidifica a mucosa por mais tempo, promovendo maior hidratação e conforto para o nariz. 13,14 8. SLAPAK, I. et al. Efficacy of isotonic nasal wash (seawater) in the treatment and prevention of rhinitis in children. Arch. Otolaryngol. Head Neck Surg., v. 134, n. 1, p. 67-74, 2008. 9. TANO, L.; TANO, K. A daily nasal spray with saline prevents symptoms of rhinitis. Acta Otolaryngol., v.124, n.9, p.1059-62, 2004. 10. MELLO JUNIOR, J.F. et al. Posicionamento da Academia Brasileira de Rinologia sobre terapias tópicas nasais. Braz. J. Otorhinolaryngol., v. 79, n. 3, p.391-400, 2013. 11. MION, O.; MELLO JUNIOR, J.F. O uso das soluções salinas no nariz e seios paranasais. RBM-ORL, v.2, n.3, p.77-83, 2007. 12. AZZAM, J.S. Hidratação nasal: solução salina ou gel? RBM-ORL, v.3, n.3, p.92-96, 2008. 

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A Doutora
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Dúvidas sobre a saúde nasal?

Acompanhe as dicas da Dra. Maura Neves, Otorrinolaringologista do Hospital Universitário de São Paulo, e saiba mais.

Existem dois tipos de rinite, a alérgica e a não alérgica. Qual a principal diferença entre elas?
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Os dois tipos de rinite são causados por diferentes mecanismos em nosso corpo. A alérgica é desencadeada por uma resposta aumentada do sistema imunológico (de defesa) a um agente que não causa reações em outras pessoas. Os principais alérgenos são a poeira domiciliar, os ácaros, os fungos, o pólen e os pelos de animais. No caso da rinite não alérgica, esse mecanismo não acontece. Os principais desencadeantes nesses casos são a poluição, as mudanças climáticas, os odores fortes, entre outros. Em ambos os casos, os sintomas decorrentes são semelhantes e variam em intensidade caso a caso. São eles: coceira (olhos, nariz, garganta), obstrução nasal, coriza e espirros.



Quais fatores ambientais podem gerar o ressecamento nasal ?
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Um dos fatores é a poluição atmosférica. Hoje, os efeitos nocivos dos poluentes presentes no ar são agravados pelo tempo de permanência das pessoas nos congestionamentos das grandes cidades. Outro fator são as longas jornadas em ambientes fechados e com ar-condicionado, que nem sempre tem a correta manutenção e podem espalhar bactérias e partículas nocivas à saúde, deixando o ar do ambiente mais seco. Além disso, outros fatores associados são: a exposição à fumaça de cigarro; a baixa ingestão de líquidos e o uso de certos medicamentos, como ß-bloqueadores (propranolol), utilizados por pessoas hipertensas ou cardíacas; antidepressivos (amitriptilina e fluoxetina) e diuréticos (hidroclortiazida e furosemida), entre outros.



Como a qualidade do ar interfere nas vias respiratórias?
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A qualidade do ar que respiramos depende de diversos fatores, como a temperatura, umidade e quantidade de poluentes. A temperatura do ar tem efeitos sobre o equilíbrio térmico corporal e desempenho físico. A via respiratória alta tem a função de adequar a temperatura do ar inalado à temperatura corporal. Dessa maneira, quanto mais frio o ar inalado, mais ele deverá ser aquecido durante a respiração. O mesmo ocorre com a umidade: quanto mais seco o ar inalado, mais ele deverá ser umidificado pela via respiratória alta. Em geral, o conteúdo de vapor de água atmosférico varia com as estações do ano, sendo normalmente menor no inverno e maior no verão. O limite inferior de 30% de umidade relativa do ar inspirado diminui significativamente a umidificação da mucosa das vias aéreas superiores. O ressecamento do muco nasal dificulta o batimento ciliar, atrapalha a função normal do nariz (aquecimento, filtragem e umidificação do ar) e facilita as infecções respiratórias.



Como o inverno interfere nas vias respiratórias?
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Exposições ao ar seco e frio, mesmo curtas, podem promover redução da temperatura e umidade da mucosa nasal e comprometer o condicionamento do ar inspirado. O ar frio promove aumento do fluxo sanguíneo da mucosa nasal, visando auxiliar o aquecimento do ar inalado. Se o ar estiver seco ocorrerá aumento da produção de muco. Assim, em alguns dias mais frios o nariz pode ter coriza. A ativação de receptores de frio na mucosa nasal induz broncoespasmo em indivíduos saudáveis. A exposição ao ar frio e seco (umidade relativa de 20% a 22%) induz sensação de dor, inflamação, secreção nasal em muitos indivíduos e diminui a viscosidade do muco que recobre o trato respiratório. Vale lembrar que nos meses mais frios, a dispersão de poluentes inalatórios está diminuída. Portanto, há mais agentes agressores irritativos no ar.

Como a poluição atmosférica afeta as vias respiratórias? O que pode provocar a obstrução nasal?
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Os efeitos da poluição atmosférica sobre o sistema respiratório são inúmeros. O principal mecanismo é uma irritação da via respiratória pelo agente agressor que leva a uma inflamação crônica. No nariz, esse processo chama-se rinite irritativa e se manifesta por obstrução nasal e coriza. A inflamação da mucosa dificulta o batimento ciliar adequado, o que facilita a ocorrência de infecções respiratórias. Estudos apontam forte correlação de mortalidade em crianças e idosos com o nível de poluição ambiental. Além do risco aumentado de desenvolvimento de doenças respiratórias, há associação com doenças cardiovasculares, redução da capacidade de concentração e aumento de absenteísmo em escola e trabalho. As principais fontes de poluentes são suspensão de poeira pela ação do vento, de chaminés de fábricas, de escapamentos de veículos automotores e de poeira advinda do tráfego de automotores (queima de combustíveis fósseis). Os principais poluentes atmosféricos são o monóxido de carbono, o dióxido de nitrogênio, o dióxido de enxofre, o material particulado, o ozônio, os compostos orgânicos voláteis e os hidrocarbonetos aromáticos policíclicos.



Por que, às vezes, acordamos com o nariz entupido?
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A obstrução nasal a noite ocorre por diversos mecanismos. O principal motivo é pela diminuição da drenagem de sangue da região da cabeça quando deitamos. Isso ocorre, pois, a gravidade também ajuda na drenagem. Assim, tanto as conchas nasais incham (causando obstrução nasal), quanto nosso rosto também. Em algumas pessoas podem estar associados os fatores alérgicos, como rinite. O uso de travesseiros de penas, cobertores que estejam guardados a mais tempo, por exemplo, podem desencadear crises de alergia.



É normal o bebê produzir sons estranhos ao respirar?
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Depende. Ao notar que seu filho está emitindo sons incomuns, procure um médico para que ele diagnostique o som e ajude a tratá-lo. Existem casos de obstrução nasal (nariz entupido) ou da laringe (laringomalacia) que podem provocar estes ruídos. Na grande maioria das vezes, o “ronquinho” que aparece está relacionado a obstrução nasal. Os bebês têm dificuldade em lidar com o muco nasal o que leva a obstrução e ruídos respiratórios. Outros tipos de ruído como estridor respiratório, ou ruídos causados durante as mamadas ou choro deverão ser avaliados por um médico.



Qual a recomendação geral para as pessoas que têm obstrução nasal com frequência?
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A recomendação é fazer a higiene nasal com solução fisiológica duas ou três vezes por dia para eliminar os antígenos ou as impurezas que eventualmente estejam na cavidade do nariz estimulando a mucosa. Esse cuidado não tem contraindicação e não vicia, então, é possível realizar a limpeza sempre que puder.


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